leiam as notas finais!
Sentei no sofá e fiquei observando a chuva que caia lá fora por um tempinho.
Paula: Oi SN - ela disse quebrando o silêncio - onde você estava?
Vc: Eu tava com o meu amigo.
Paula: Ah, sim. - ela puxou um cadeira, se sentou no lado da mesa e ficou analisando uns papéis.
Vc: Mãe?
Paula: Que foi?
Vc: O que é isso no seu olho? - eu disse notando a mancha roxa.
Paula: Não foi nada.
Vc: Como assim? Foi o João, né?
Paula: Não, ele não está em casa.
Vc: É por que é exatamente o que ele faz. Te bate, depois sai pra beber. Me fala, como você tem coragem de dizer que ama ele? - eu disse me levantando do sofá e me aproximando dela.
Paula: Eu não quero discutir por causa disso.
Vc: Faço de suas palavras as minhas!
Paula: SN, você não sabe disso.
Vc: O que eu não sei?
Paula: Ele era normal quando nos casamos.
Vc: Ele ERA. Eu vou denunciar esse idiota, você queira ou não.
Paula: Você não pode ir sozinha!
Vc: Esqueceu que eu tenho um irmão mais velho?
Paula: Não vou permitir isso.
Vc: É a sua palavra contra a da família inteira.
POV REED
Enquanto eu ficava na cama, tocando violão para o tempo passar mais rápido, senti meu celular vibrar. Katy.
"Oi... Queria te falar uma coisa... Bem, talvez eu deveria ter falado isso antes."
"Pode falar, o que foi?"
"Você se lembra da festa de alguns meses atrás?"
"Lembro. Pera aí, aquela que a SN ficou meio doidona?"
"Sim."
"Prossiga"
"A culpa foi minha. Eu troquei a bebida dela."
"O que?"
"Sim. Desculpa, Reed. Eu te amava mais que tudo e..."
"Resolveu afetar quem eu mais amo?"
"Sim. Desculpa"
"Desculpa? Isso afetou a mente dela. A saúde. Até mesmo a reputação."
"Reed, eu já me expliquei. Eu sinto muito."
"Eu preciso de um tempo, Katy. Por favor, eu ainda não superei o fato de não a ver todos os dias."
"Tudo bem."
E não a respondi. Por mais que, tudo tenha passado. A dor era insuportável. E ela era a única pessoa capaz de curar.
POV Você
Tchau, Pri! Te vejo amanhã. Enquanto saia da entrada da escola, alguém tocou no meu ombro.
Davi: Posso te acompanhar?
Vc: Claro, por que não? -sorri- vai lá no prédio hoje?
Davi: Não. Vou para um lugar próximo. Porém tenho receio de te deixar sozinha.
Vc: Eu sei me cuidar! -olhei para baixo e coloquei uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
Davi: Quer que eu vá embora?
Vc: Não -ri- fica.
Enquanto o silêncio tomou conta do momento, lembrei o quanto estava com fome.
Vc: Hey, vamos na sorveteria aqui perto? Ah! Esquece... você não gosta de sorvete.
Davi: Mas quem te disse isso? Amo sorvete!
Vc: Mas... - por um momento lembrei que havia confundido meus pensamentos - Ah, sim! Vamos, então.
E quando se aproximava as 16h30 da tarde, eu e Davi voltávamos pra casa. Ele me deixava feliz, de alguma forma, o que eu pensei que iria demorar algum tempo. O senso de humor dele me fazia querer esquecer os meus problemas. Esquecer de tudo. Mas não havia amor mais forte do que eu sentia pelo Reed.
Davi: Entregue! - ele disse ao chegarmos a portaria.
Vc: Obrigada por fazer minha tarde melhor - sorri tímida.
Davi: Isso foi meio que... um encontro?
Vc: Sim, um encontro de amigos, ok?
Ele se aproximou e pegou na minha cintura. Não, ele não tinha segundas intenções. Pelo menos não era o que eu pensava. Ele se aproximou mais e mais, a centímetros dos meus lábios.
Davi: Eu sei que você quer...
Mais algo me impediu.
Vc: Eu não posso. - disse o afastando de mim.
Davi: Não pode ou não quer?
Ele me deixou sem palavras.
Vc: Bem... os dois.
Ele pareceu desapontado.
Vc: Desculpa, Davi. Vai pra casa. E... a gente se vê amanhã.
Entrei no elevador e esperei pacientemente até chegar ao meu apartamento. Meio perplexa, indecisa e confusa.
Paula: Ligação pra você!
Peguei o telefone da mão dela e levei ao meu ouvido.
Reed: Oi linda.
Vc: Oi! - assim que ouvi a voz dele, minhas duvidas desapareceram e as lágrimas vieram. Automaticamente.
Reed: Que saudades de você.
Vc: Eu também, meu amor. Eu também.
Reed: Sua voz está meio tremula. Aconteceu alguma coisa?
Vc: É que você me deixa assim.
Reed: Escuta... Eu queria ir para a sua cidade nas férias, tudo bem?
Vc: Claro! Tudo perfeito. Por favor, venha. Meu coração não aguenta muito tempo.
Reed: Eu vou fazer o possível pra te abraçar, te beijar de novo.
Senti minhas bochechas arderem. Sim, eu estava totalmente vermelha.
Vc: Eu sinto falta disso todas as manhãs.
Reed: Eu ainda estou fazendo os planos. Mas esse ano eu ainda vou estar com você. Eu prometo.
Vc: Eu sei, bebê. Escuta, ér... você arranjou outra menina? Não, né?
Reed: Não! - ele riu. eu adorava a risada dele. Pude ver a expressão que ele fazia sempre que ria, mentalmente - Não existem brasileiras ou americanas mais bonitas que você. E se existirem, eu não quero conhecer!
Eu ri.
Vc: Meu amor, eu tenho que ir. Beijo, te amo muito, muito, muito!
Reed: Eu também. Tchau, princesa.
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GENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!!!1111 CARAAAAAACA, DESCULPA MESMO ;( MINHA MENTE SE APAGOU EU NÃO SABIA MAIS O QUE ERA CRIATIVIDADE, DESCULPEM-ME! É O SEGUINTE: EU AMO FIC, ESCREVER E LER, EU NUNCA MAIS VOU PARAR!!! EU JURO. VOCÊS VÃO ME ABANDONAR? NÃO NÉ? POR FAVOR :( EU AMO MUITO VOCÊS E VOCÊS NÃO VÃO MAIS FICAR DECEPCIONADAS COMIGO. EU NÃO VOU PEDIR COMENTÁRIOS NESSE CAPITULO, ELE FOI SÓ UM ALERTA QUE EU NÃO VOU MAIS PARAR DE ESCREVER. PORÉM, SÓ IREI ESCREVER O 19 NA QUARTA BECAUSE SIMULADDOS :( VOU MORRER ESTUDANDO. MAIS CALMEM, EU NÃO VOU PARAR! OBRIGADA PELA PACIÊNCIA E EU AMO VOCÊS DEMAIS <3